quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

ANAIS POLÍTICOS: AÉCIO SE FAVORECE COM ESSE CIRCO, MAS QUEM VAI PER...

ANAIS POLÍTICOS: AÉCIO SE FAVORECE COM ESSE CIRCO, MAS QUEM VAI PER...: . Como sempre digo, o brasileiro não merece nada melhor do que já tem. Se o Brasil fosse um país parlamentarista, eu diria que Dilma ...

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ANAIS POLÍTICOS: JANOT, E O AÉCIO E O CUNHA? ELES PODEM CONTINUAR N...: . É triste a constatação de que estamos numa nação de bobos. O maior deles, naturalmente, é o povo. Eu e você, incluídos. Aécio f...

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

A utopia da melhor idade -- Leandro Karnal

Provocações - Leandro Karnal (23/04/2014)

O Medo à Liberdade e a Alma Humana ● Leandro Karnal [HD]

Nietzsche e a Filosofia do Martelo — por Clóvis de Barros Filho

Por que ler Marx | Clóvis de Barros Filho

Quem é contra o amor? | Clóvis de Barros Filho

5 clássicos para entender o mundo atual: Alice no País das Maravilhas | ...

Deus e o sofrimento do homem moderno segundo Jung | Lilian Wurzba

Como funciona nossa sociedade de consumo | Marcos Bedendo

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O PENSADOR DA ALDEIA: Lições de manipulação: elogios de celebridades nor...

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O PENSADOR DA ALDEIA: Como a máfia midiática brasileira tenta nos manipu...: O dinheiro da Odebrecht para FHC era limpo e o do Instituto Lula, sujo? POR FERNANDO BRITO  07/11/2015 A revelação ...

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O PENSADOR DA ALDEIA: A GLOBO mente: com medo de condenação milionária n...: GLOBO RECONHECE: DENÚNCIA CONTRA LULINHA ERA MENTIRA Menos de um mês depois da estreia triunfal do colunista Lauro Jardim, egre...

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O PENSADOR DA ALDEIA: Projeto de lei de Eduardo Cunha penaliza estuprada...: “Pílula fica, Cunha sai”: A mobilização de internautas contra o PL de Eduardo Cunha Aprovado na Comissão de Constituição e Justiça ...

O PENSADOR DA ALDEIA: O jogo sujo do governo dos EUA para sequestrar méd...

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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Brasil! Brasil!: Como responder a uma fascista (ou um pedido de des...

Brasil! Brasil!: Como responder a uma fascista (ou um pedido de des...:   Jean Wyllys, Facebook Amigos e seguidores me questionaram privada ou publicamente se Celene Carvalho - a fascista que insultou, aos g...

Brasil! Brasil!: Ex-blogueiro da Veja enlouquece e diz que game faz...

Brasil! Brasil!: Ex-blogueiro da Veja enlouquece e diz que game faz...: Do DCM Não é teoria conspiratória: Rodrigo Constantino é um esquerdista infiltrado para desmoralizar a direita. Ele prova em seu blog :...

Brasil! Brasil!: Twitter: #Lula70 lidera assuntos mais comentados

Brasil! Brasil!: Twitter: #Lula70 lidera assuntos mais comentados: " Hashtag pelo aniversário do ex-presidente, comemorado nesta terça-feira 27, é a primeira na lista do Twitter Brasil; em meio a um...

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Brasil! Brasil!: Sem impeachment à vista, golpismo aperta o cerco s...: Fernando Brito, Tijolaço   É preciso ter nervos de aço, dentes à mostra e muita cabeça. Tornou-se evidente que, depois que se foi afas...

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Guerrilheiro do Entardecer: Grande Mídia e Oposição golpista começam a reconhe...

Guerrilheiro do Entardecer: Grande Mídia e Oposição golpista começam a reconhe...: Grande Mídia e Oposição golpista começam a reconhecer que o Brasil tem fundamentos econômicos sólidos e que a crise é política! - M

Grande Mídia e Oposição golpista começam a reconhecer que o Brasil tem fundamentos econômicos sólidos e que a crise é política! - Marcos Doniseti!

Grande Mídia e Oposição golpista começam a reconhecer que o Brasil tem fundamentos econômicos sólidos e que a crise é política! - Marcos Doniseti!
Reservas Internacionais Líquidas garantem ao Brasil, atualmente, a condição de Credor Externo Líquido e permite enfrentar crises em condições bem melhores do que no passado. E dizer que quando o Presidente Lula decidiu acumular tais reservas, ele foi muito criticado por tomar tal iniciativa. 
Até jornalista da 'Folha', Vinícius Torres Freire, reconhece: 

Fundamentos econômicos e financeiros do Brasil são bons e que a crise atual é política.

Vejam o que ele escreveu em sua coluna de hoje na 'Folha':

1) Cotação do Dólar, acima de R$ 4, é um exagero. Traduzindo: é fruto de especulação brava, mas não tem quaquer conexão com a economia real;

2) Não existe nenhuma crise cambial em andamento no Brasil, o que estaria acontecendo se ocorresse uma saída maciça de dólares. E isso não existe (ver item 3);

3) O fluxo cambial brasileiro é positivo no mês e no acumulado de 12 meses;

4)  Existe um déficit no capital financeiro, mas ele está menor do que em 2013-2014;

5) Não está acontecendo nenhuma fuga do Real para outras moedas (Dólares);

6) Nenhuma empresa quebrou em função de possuir dívidas no exterior, cotada em dólares, pois o Banco Central ofereceu mais de US$ 100 bilhões em proteção para dívidas privadas em Dólar.

Obs: Essa é a grande vantagem do Brasil possuir Reservas Internacionais Líquidas tão grandes (US$ 371 bilhões). Elas podem ser usadas (como estão sendo agora) como um seguro contra eventuais crises;

7) Ainda entra muito investimento externo produtivo no Brasil, o que cobre grande parte do déficit externo (em transações correntes), demonstrando que o país continua atrativo para o capital estrangeiro de longo prazo;

8) E lá no fim ele reconhece, mesmo que nas entrelinhas, que tudo isso acontece porque O BRASIL NÃO TEM DÍVIDA EXTERNA, pois as reservas internacionais líquidas (de US$ 371 bilhões) são maiores do que a dívida externa bruta (de US$ 343 bilhões), sendo que o país é, portanto, um Credor Externo Líquido.

9) A crise atual é política.

Obs: E dizer que quando o Presidente Lula decidiu acumular essas gigantescas Reservas Internacionais ele foi fortemente atacado pela Grande Mídia e pela oposição reacionária. Até mesmo alguns economistas mais progressistas o criticaram por isso.

E agora, mesmo que de maneira envergonhada, como faz Vinícius Torres Freire, até mesmo críticos ferozes dos governos de Lula-Dilma-PT acabam por ter que reconhecer que o Presidente Lula acertou em cheio ao acumular tais reservas. 

Inclusive, o Brasil e a Índia são, até o momento, os únicos grandes países emergentes que não precisaram se utilizar das reservas internacionais para combater os efeitos da crise econômica, que é mundial. China, Rússia, Arábia Saudita, México, Indonésia e Turquia já tiveram que fazer isso, ou seja, usar de parte das suas reservas para amenizar os efeitos da crise global que começou em 2008 e que, agora, atingiu aos países emergentes com bastante intensidade. 

São essas reservas internacionais que permitem ao Brasil enfrentar as atuais turbulências globais sem que sofra uma maciça saída de capitais para o exterior e muito menos que seja obrigado a recorrer ao FMI (tal como aconteceu no governo FHC em 1998, 2001 e 2002). 

Links:

Vinicius Torres Freire reconhece: Brasil tem bons fundamentos econômicos e crise atual é política:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/viniciustorres/2015/09/1685737-dolar-e-dilma-tem-r-5-letras.shtml

Dólar já foi muito mais caro do que hoje:

http://aeconomianoseculo21.blogfolha.uol.com.br/2015/09/21/o-dolar-a-r-4-e-o-mais-caro-da-historia/

Entre grandes emergentes, Brasil e Índia são os únicos que não precisaram usar das reservas internacionais para combater efeitos do agravamento da crise mundial:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,entre-grandes-emergentes--so-brasil-e-india-nao-queimaram-reservas-em-2015,1767001

Porque o Dólar não está tão caro quanto parece:

http://exame.abril.com.br//seu-dinheiro/noticias/nao-o-dolar-nao-esta-tao-caro-quanto-parecearcos Don...

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

POLÍTICA - Europa seguiu a cartilha que mata o doente. Europa e seu desvario momentâneo Por Joseph E. Stiglitz, no site da Fundação Mauricio Grabois: Por fim, os Estados Unidos estão dando sinais de recuperação da crise que estourou no fim do Governo do presidente George W. Bush, quando a implosão quase total do sistema financeiro teve repercussões em todo o mundo. Mas não é uma recuperação forte; no máximo, a lacuna entre onde a economia estava e onde está hoje não está se alargando. Se está fechando, está fazendo isso muito lentamente; os danos causados pela crise parecem ser de longo prazo. No entanto, poderia ser pior. Do outro lado do Atlântico, há inclusive poucos sinais de uma recuperação modesta ao estilo norte-americano: a brecha entre onde a Europa está e onde estaria na ausência da crise continua crescendo. Na maioria dos países da União Europeia, o PIB per capita é menor do que o de antes da crise. Meia década perdida está se transformando rapidamente em uma década inteira perdida. Por trás das frias estatísticas, as vidas se arruínam, os sonhos se desafazem e as famílias se desintegram (ou não se formam) pari passu ao fato de que o estancamento —que chega a ser depressão em alguns lugares— se arrasta anos após ano. A UE tem uma população com grande talento e alto nível de educação. Seus países membros têm legislações sólidas e sociedades que funcionam bem. Antes da crise, a maioria desses países até tinha economias que funcionavam bem. Em alguns lugares, a produtividade por hora - ou a taxa de seu crescimento - era uma das mais altas do mundo. No entanto, a Europa não é uma vítima. Sim, é verdade que os Estados Unidos administrou mal sua economia; mas não, não é verdade que os EUA de alguma forma mexeram os pauzinhos para impor a pior parte do fardo da crise sobre os ombros da Europa. O mal-estar da UE é auto-infligido, devido a uma sucessão sem precedentes de más decisões econômicas, começando pela criação do euro. Por mais que o euro tenha sido criado com a intenção de unir a Europa, no fim o que fez foi dividi-la; e, devido à ausência de vontade política para criar instituições que permitam que uma moeda única funcione, o dano não está se revertendo. O caos atual provém em parte da adesão a uma crença que foi desacreditada há muito tempo: a de que os mercados funcionam bem e que não têm falhas de informação e concorrência. A arrogância desmedida também desempenhou um papel. Como se poderia explicar de outro modo o fato de, ano após ano, os prognósticos dos funcionários europeus sobre as consequências de suas próprias políticas serem consistentemente errôneos? Esses prognósticos não foram errados porque os países da UE não conseguiram colocar em prática as políticas prescritas, mas porque os modelos sobre os quais as políticas se basearam têm graves deficiências. Na Grécia, por exemplo, as medidas destinadas a reduzir a carga da dívida na verdade deixaram o país mais sobrecarregado do que estava em 2010: a proporção entre dívida e PIB aumentou, pois o impacto da austeridade fiscal afetou a produção. Pelo menos o Fundo Monetário Internacional admitiu esses fracassos intelectuais e de políticas. Os líderes europeus continuam convencidos de que sua prioridade máxima deve ser as reformas estruturais. Mas os problemas para os quais eles apontam se tornaram evidentes nos anos prévios à crise, e na época eles não seguravam o crescimento. O que a Europa necessita, mais do que de reformas estruturais em seus países membros, é de uma reforma da estrutura da própria zona do euro, e da reversão das políticas de austeridade, que fracassaram repetidas vezes em sua tentativa de reacender o crescimento econômico. Comprovou-se várias vezes que os que pensavam que o euro não poderia sobreviver estavam equivocados. No entanto, os críticos tiveram razão em uma coisa: a menos que a estrutura da zona do euro seja reformada e a austeridade se reverta, a Europa não se recuperará. O drama na Europa está longe de terminar. Um dos pontos fortes da UE é a vitalidade de suas democracias. Mas o euro despojou os cidadãos - sobretudo nos países em crise - de qualquer decisão que pudessem tomar sobre seu destino econômico. Em várias ocasiões, os eleitores tiraram quem tentava a reeleição, pois estavam insatisfeitos com os rumos da economia - mas o que aconteceu foi que os novos Governos seguiram pelo mesmo caminho, ditado em Bruxelas, Frankfurt e Berlim. Mas por quanto tempo isso pode continuar? E como vão reagir os eleitores? De norte a sul da Europa, temos sido testemunhas do alarmante crescimento dos partidos nacionalistas extremistas, contrários aos valores do Iluminismo que são os que fizeram com que a Europa obtivesse tantos êxitos. Em alguns lugares, crescem grandes movimentos separatistas. Agora a Grécia põe a Europa à prova mais uma vez. A queda do PIB grego desde 2010 é muito maior do que a queda enfrentada pelos Estados Unidos durante a Grande Depressão da década de 1930. O desemprego juvenil é superior a 50%. O Governo do primeiro-ministro Antonís Samarás falhou, e agora, depois do fracasso do Parlamento em escolher um novo presidente para a Grécia, serão realizadas eleições gerais antecipadas em 25 de janeiro. Syriza, o partido de esquerda de oposição, que se comprometeu a renegociar os termos de resgate da Grécia pela UE, está na frente das pesquisas de opinião. Se o Syriza vencer mas não chegar ao poder, um dos motivos principais será o medo de como a UE reagirá a essa eleição. O medo não é a mais nobre das emoções e não vai dar lugar ao consenso nacional de que a Grécia necessita para seguir adiante. O problema não é a Grécia. O problema é a Europa. Se a Europa não mudar sua forma de agir - se não reformar a zona do euro e rechaçar a austeridade - uma reação popular será inevitável. A Grécia talvez possa manter o rumo agora. Mas essa loucura econômica não pode durar para sempre. A democracia não permitirá. No entanto, quanto mais dor terá de suportar a Europa antes de o bom senso se restabelecer? * Joseph E. Stiglitz, prêmio Nobel de Economia, é professor universitário na Universidade de Colúmbia. Publicado originalmente no jornal espanhol El Pais. Postado por Miro

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ECONOMIA - Desigualdade social: tragédia ou comédia?   Por Leonardo Sakamoto, em seu blog: Prólogo: Relatório divulgado pela Oxfam mostra que, a partir do ano que vem, os recursos acumulados pelo 1% mais rico do mundo podem ultrapassar a riqueza do 99% restante da população. A riqueza desse 1% subiu de 44% dos recursos mundiais (2009) para 48% (2014) e, em 2016, deve ultrapassar 50%. [Um facho de luz incide do teto ao chão, iluminando a haste de um microfone, localizado à frente de um palco vazio. Uma mulher jovem entra no palco, vai até o microfone e se dirige à plateia.] Moça: A taxação de grandes fortunas, a taxação de grandes heranças e a redução do teto da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário beneficiariam a população brasileira. [Um homem jovem entra ao lado dela e também se dirige à plateia.] Moço: A Organização Internacional do Trabalho mostra que a redução do teto da jornada para 40 horas semanais beneficiaria um contingente de 18,7 milhões de trabalhadores por aqui. [No fundo do palco, à esquerda, um holofote ilumina um coro vestido de Equipe Econômica do Governo Federal e Certos Empresários, que começa a cantar] Equipe Econômica do Governo Federal e Certos Empresários: “Radicalismo! Radicalismo! Radicalismo! Esse povo quer destruir os fundamentos da democracia brasileira com seus anseios de ficar mais com a família, descansar, investir em formação pessoal! Vão trabalhar, seus vagabundos! Só o trabalho liberta! Radicalismo! Radicalismo! Radicalismo!'' [O coro se apaga.] Moça: Há estudos que apontam que o PIB brasileiro comportaria um aumento até maior do salário mínimo, desde que houvesse uma real distribuição de renda, de direitos e de justiça. Alguns poucos perderiam para muitos ganharem. A desigualdade caiu nos últimos anos, mas o caminho para uma situação digna é ainda longo demais. Moço: Da cobrança de impostos maiores sobre grandes fortunas até a taxação de heranças seguindo o modelo norte-americano ou europeu, passando pelo aumento no imposto de renda de quem ganha bastante e redução de quem ganha pouco. Se alguns pagarem mais imposto, a maioria pode pagar menos, considerando que, hoje, proporcionalmente, os muito ricos não pagam tanto imposto quanto os mais pobres. [No fundo do palco, à direita, um holofote ilumina um coro vestido de “Homens e Mulheres de Bem'', que começa a cantar.] Homens e Mulheres de Bem: “Radicalismo! Radicalismo! Radicalismo! Cobrar dos que têm mais para desonerar os que têm menos? Isso só é bonito nos filmes de Robin Hood! Na vida real, é comunismo! Qual o próximo passo? Tomar nossa casa e vender nossos filhos como escravos? Que culpa eu tenho de ser rico? Radicalismo! Radicalismo! Radicalismo!'' [O coro se apaga,] Moça: O então senador Fernando Henrique Cardoso, antes de pedir que esquecessem o que ele escreveu, defendeu a taxação de grandes fortunas no Congresso Nacional. Moço: Luiz Inácio Lula da Silva, antes de chamar os usineiros de cana de “heróis'', também defendia a redução na jornada de trabalho. Moça e Moço: O poder muda as pessoas, é fato. O pior é ter que ouvir dos próprios que eles não mudaram, apenas ganharam uma consciência ampliada a partir do cargo em que ocuparam. [Os holofotes iluminam os dois à frente e os coros atrás.] Todos: Pior é que talvez isso seja, de fato, verdade. Pois nenhum dos dois principais partidos políticos hoje no país age para, ao menos tentar, aprovar algumas propostas consideradas “polêmicas'' que já defenderam no passado. Atestam assim, com seu silêncio ensurdecedor, que medidas contundentes para distribuição de riqueza, visando à redução da desigualdade e já aplicadas em outras partes do mundo, são boas demais para serem levadas a sério por aqui. Postado por Miro

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PETROBRAS - "Je suis Petrobras". Paulo Metri: Je suis Petrobras, Je suis sociedade brasileira Je suis Petrobras! por Paulo Metri, no Correio da Cidadania A Petrobras vem sendo esquartejada por bandidos, há anos. Eles visam roubar a coletividade para usufruírem mais bens materiais e maior poder político. Além disso, no estágio atual da humanidade, o ladrão de sucesso, aquele que rouba sem ser descoberto, deve se sentir orgulhoso perante sua categoria, pela esperteza demonstrada. Quem sabe o quanto a Petrobras já foi roubada, desde priscas eras, é o engenheiro Pedro Celestino Pereira, que escreveu o artigo “Em defesa da Petrobras”. Mal comparando, porque muitos terroristas têm crenças, que podem ser consideradas erradas, mas seus métodos violentos de destruição do inimigo lembram muito os assaltantes do Estado brasileiro, ou seja, os usurpadores da nossa sociedade. A Petrobras caricatura, sem ter esta intenção, a exploração das empresas estrangeiras no nosso país, mostra com ênfase as imperfeições destas empresas, salienta seus traços grotescos de não contribuição para o desenvolvimento nacional, como as empresas nacionais contribuem. A Petrobras não remete lucro para o exterior, não paga preços superfaturados de importações da matriz, até porque pertence à sociedade brasileira. Assim como não subfatura as exportações para a matriz, não finge comprar assistência técnica para transferir mais lucro para fora, não traz equipamentos, engenharias e modelos obsoletos para aumentar a rentabilidade de projetos aposentados nos países de origem. Nos anos 90, encapuzados neoliberais de caneta-metralhadoras nas mãos, invadiram a empresa, tentando matá-la, buscando trocar seu nome, vendendo suas ações em fóruns hostis ao nosso povo, buscando fatiá-la como preparação para a privatização futura, tudo para a glória do líder supremo, o capital internacional. Os encapuzados gritavam: “vamos vingar os anos de rebeldia com o impuro monopólio estatal e sem a sagrada competição”. Competição esta regulada por seguidores do fundamentalismo neoliberal, colocados nos cargos do governo brasileiro pelos próprios terroristas. Trabalhadores da empresa, comprometidos com a sociedade e de visão cristalina, foram expurgados pelos adeptos da religião radical. Outros, com instinto de sobrevivência, se subordinaram aos novos mandamentos, apesar de não crerem no novo livro sagrado. Alguns se tornaram adeptos fanáticos desta religião, pois, desde criancinhas, graças a seus DNA, eram adoradores da esperteza para o acúmulo da capital. Trata-se de um embate de diferentes culturas. De um lado, aquela que privilegia a ganância, com princípios como: deve-se comprar onde for mais barato, mesmo que não seja uma compra local; nada de ajudar ao atingimento de políticas públicas; dilapide-se o patrimônio coletivo, por exemplo, através de um programa de desinvestimento; crie-se um exército de traidores do povo, dentro do Estado brasileiro, para influenciar em decisões governamentais de grande repercussão para a sociedade, como as decisões de leilões de petróleo ou de fixação do percentual do lucro da atividade petrolífera a ser destinado para o Fundo Social. Já a outra cultura, que se choca com a da ganância, é a da solidariedade, cujas características são intuitivas, não precisando de explicações. Os encapuzados neoliberais atacaram não só a Petrobras, mas todo o Estado brasileiro, com a corrupção dos núcleos Al-Qaeda no congresso nacional, que aprovava leis em detrimento do interesse do povo, com os talibãs da comunicação a desinformarem e alienarem os brasileiros. E, assim, dilapidaram boa parte da riqueza nacional já constituída. Agora, surgem uns alienados roubando também a empresa, que, como células perdidas do terrorismo neoliberal são verdadeiros broncos, ladrões de galinha nada sutis, tanto que foram descobertos, mas até ajudaram a dissimular a atuação dos seguidores do grande capital internacional. Ajuda que inspira a possibilidade de se identificar o ocorrido como operação da CIA e NSA. Eu não sou somente Petrobras. Mais que tudo, sou sociedade brasileira! Blog do autor: http://paulometri.blogspot.com.br Paulo Metri – conselheiro do Clube de Engenharia e colunista do Correio da Cidadania

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Do manchetômetro: (…) O MANCHETÔMETRO nunca parou de existir como prática de pesquisa. Apenas programamos uma suspensão de duas semanas na atividade de codificação dos dados para que pudéssemos adequar os parâmetros de análise à realidade da cobertura pós eleitoral. Essa mudança foi trabalhosa, pois dentro da lógica eleitoral de polarização e competição acirrada entre candidatos era mais fácil focar as análises: candidatos e partidos são temas óbvios e principais, a cobertura de escândalos também se torna obrigatória devido à insistência da grande mídia em agendá-los, etc. A eleição também proporciona uma periodização mais fácil e simples. Há o período pré-campanha, o período da campanha até o primeiro turno e a campanha do segundo turno. Finda a eleição, a lógica da política muda, o conflito aberto é substituído pelos acordos potencialmente cambiantes e por uma guerra quase silenciosa de posições. Mas não muda tanto assim, ou pelo menos não mudou tanto assim no caso da reeleição de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores. Tornou-se lugar comum nas democracias mundo afora o uso da expressão “lua de mel” para denotar o período imediatamente posterior à posse de um novo governante, quando oposição, mídia e sociedade civil organizada baixam a guarda e permitem que o eleito tome suas primeiras decisões e organize seu novo governo. Dilma, contudo, não foi contemplada nem com o mais leve esboço de uma lua de mel. Pelo contrário, logo após o resultado eleitoral, a oposição, novamente ancorada pela militância dos grandes meios de comunicação, tentou pelo menos duas maneiras de inviabilizar sua posse: pedindo recontagem de votos por alegação de fraude e pressionando o TSE pela rejeição de suas contas de campanha. Não bastasse isso, o escândalo da Petrobrás que já havia servido de combustível para inúmeras denúncias contra Dilma e o PT durante a campanha — destaque para a já histórica capa da Veja às vésperas do segundo turno — tornou-se o assunto mais noticiado desde o término do período eleitoral. Em suma, ainda que a lógica da política necessariamente mude depois da eleição, a lógica da cobertura midiática da política (e da economia) não necessariamente segue o mesmo caminho. É o que o Manchetômetro vem descobrindo com as análises do cenário pós-eleitoral que começamos a apresentar aqui. O projeto é amplo e ambicioso, por isso decidimos lançá-lo em módulos. Para começar expandimos o raio de nossas análises: antes nossa base de dados era composta somente dos textos nas capas dos jornais impressos, agora analisamos não somente as capas, mas também as duas páginas de opinião no miolo dos periódicos. Isso nos permitirá não somente capturar o sentido emprestado pelos editores ao instrumento de comunicação mais efetivo do jornal, a capa, mas também ter ideia do posicionamento que o próprio jornal assume explicitamente em seus editoriais, que seus articulistas convidados e colunistas contratados expressam nessas páginas. As funções retóricas desses elementos da comunicação jornalísticas são distintas. A capa é um resumo de todo o jornal, e mistura opinião e reportagens “factuais”. Ela transmite agendamento e enquadramento de maneira sintética e compacta. Os editoriais são a voz direta do jornal, sem mediações. Já os articulistas são um time de jornalistas e publicistas cativos que cumprem uma função retórica incerta, entre a posição do jornal e a representação do público. Sua retórica é claramente aquela do jornalismo crítico e independente, mas os critérios para a formação de um time de articulistas estão longe de ser transparentes ou independentes das posições e interesses da editoria do jornal. Já os artigos de opinião de convidados têm a clara função retórica de representar o debate púbico em sua diversidade. Claro que essa diversidade é aquela que a editoria do jornal entende como apropriada ou relevante. Lançamos três páginas nesse primeiro módulo. A primeira é dedicada à presidenta Dilma Rousseff (http://www.manchetometro.com.br/cobertura-2015/cobertura-2015-dilma-rousseff/). De cara, pela observação rápida dos gráficos nessa página, podemos facilmente compreender o que dissemos logo acima sobre ter sido negada a Dilma uma lua de mel. Matérias favoráveis são praticamente inexistentes.

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ECONOMIA - 1% mais ricos terão mais dinheiro do que os restantes 99%. Quarta, 21 de janeiro de 2015 Em 2016, 1% mais ricos terão mais dinheiro que o resto do mundo Um estudo divulgado nesta segunda-feira 19 pela ONG britânica Oxfam afirma que, em 2016, as 37 milhões de pessoas que compõem o 1% mais rico da população mundial terão mais dinheiro do que os outros 99% juntos. O relatório tem o objetivo de influenciar as discussões a serem travadas no Fórum Econômico Mundial (FEM), que reúne os ricos e poderosos no resort suíço de Davos entre 21 e 24 de janeiro. A reportagem é da CartaCapital, 19-01-2014. O estudo da Oxfam é baseado no relatório anual sobre a riqueza mundial que o banco Credit Suisse divulga anualmente desde 2010. Na versão mais recente, divulgada em outubro 2014, o Credit Suisse mostrou que o 1% mais rico (com bens de 800 mil dólares no mínimo) detinha 48,2% da riqueza mundial, enquanto os outros 99% ficavam com os 51,8%. No grupo dos 99%, também há uma significativa desigualdade: quase toda a riqueza está nas mãos dos 20% mais ricos, enquanto as outras pessoas dividem 5,5% do patrimônio. No estudo divulgado nesta segunda, a Oxfam extrapolou os dados para o futuro e indica que em 2016 o 1% mais rico terá mais de 50% dos bens e patrimônios existentes no mundo. "Nós realmente queremos viver em um mundo no qual o 1% tem mais do que nós todos juntos?", questionou Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam e co-presidente do Fórum Econômico Mundial. Em artigo publicado no site do FEM, Byanyima afirma que o fórum tem em 2015 o duplo desafio de conciliar a desigualdade social e as mudanças climáticas. "Tanto nos países ricos quanto nos pobres, essa desigualdade alimenta o conflito, corroendo as democracias e prejudicando o próprio crescimento", afirma Byanyima. A diretora da Oxfam lembra que há algum tempo os que se preocupavam com a desigualdade eram acusados de ter "inveja", mas que apenas em 2014 algumas personalidades como o papa Francisco, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, manifestaram preocupação com a desigualdade social. "O crescente consenso: se não controlada, a desigualdade econômica vai fazer regredir a luta contra a pobreza e ameaçará a estabilidade global", afirma. A Oxfam mostra que a riqueza do 1% é derivada de atividades em poucos setores, sendo os de finanças e seguros os principais e os de serviços médicos e indústria farmacêutica dois com grande crescimento em 2013 e 2014. A Oxfam lembra que as companhias mais ricas do mundo usam seu dinheiro, entre outras coisas, para influenciar os governos por meio de lobbies, favorecendo seus setores. No caso particular dos Estados Unidos, que concentra junto com a Europa a maior parte dos integrantes do 1% mais rico, o lobby é particularmente prolífico, afirma a Oxfam, para mexer no orçamento e nos impostos do país, destinando a poucos recursos que "deveriam ser direcionados em benefícios de toda a população". Para a Oxfam, a desigualdade social não deve ser tratada como algo inevitável. A ONG lista uma série de medidas para colocar a diferença entre ricos e pobres sob controle, como fazer os governos trabalharem para seus cidadãos e terem a redução da desigualdade como objetivo; a promoção dos direitos e a igualdade econômica das mulheres; o pagamento de salários mínimos e a contenção dos salários de executivos; e o objetivo de o mundo todo ter serviços gratuitos de saúde e educação.

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FIFA – Família mafiosa? A FIFA, que segundo o premiado jornalista inglês Andrew Jennigs é uma família mafiosa, declarou ontem que fará um “controle rigoroso” do uso que o Brasil dará aos US$ 100 milhões que o país recebeu como legado da Copa do Mundo de 2014. O porta voz do recado foi o secretário geral da entidade, Jérôme Valcke. Valcke é o mesmo que declarou, em março de 2012, que iria “dar um pé na bunda” de autoridades brasileiras responsáveis pela organização do mundial. Revela mais uma vez seu despreparo, sua falta de educação, sua mentalidade colonial e, mais do que tudo, a sua falta de noção, pois quem é a Fifa para falar em moralidade? Já a nossa mídia hegemônica revela sua essência subserviente e antinacional ao divulgar as declarações de Jérôme sem um tom de crítica e indignação.

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Folha prevê americanização de Cuba Matéria da Folha de S. Paulo, edição de 21/1, tem como título “Brasileiros vão a Cuba para ver país antes de se ‘americanizar’ ”. No lead a matéria da jornalista Cláudia Collucci afirma: “Visitar Cuba antes que ela acabe. Esta é uma das principais motivações que levaram turistas brasileiros a escolher a ilha comunista como destino”. SoyCuba   Em 05 de janeiro de 1992 a Folha divulgava informações de uma “ONG” garantindo que a medicina cubana só tinha sobrevivido graças ao auxílio soviético e como a União Soviética tinha sido recentemente extinta a conclusão lógica da matéria era a de que Cuba não conseguiria manter sua medicina de qualidade funcionando. Também na Folha, Caio Blinder, edição 17/1/92, dizia que “assim como o miserável Vietnã, Fidel luta pela mera sobrevivência do sistema”. No mesmo ano de 1992, no dia 21 de janeiro, editorial da Folha dizia que o regime cubano resistia “na contramão da história” e completava triunfante que esta resistência “felizmente, não deve ocorrer por muito mais tempo”. Por coincidência hoje completam-se exatos 23 anos desta previsão. Portanto, quando o assunto é Cuba, não é bom levar a Folha a sério.

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O que é Transmídia?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

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A história do doleiro que a mídia não contou27 de...
: A história do doleiro que a mídia não contou 27 de outubro de 2014 | 15:07 Autor: Miguel do Rosário A mídia escondeu a verdeira h...

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Amigo navegante, muito obrigado | Conversa Afiada

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Ministério tem que ter a cara da sociedade ! | Conversa Afiada

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Por que a Minas de Aécio deu a vitória a Dilma | Conversa Afiada

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

30 matérias pra conhecer melhor Aécio Neves | Portal Metrópole

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PSDB é o partido mais sujo do Brasil afirma ranking da justiça eleitoral | Portal Metrópole

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Vox Populi: Dilma 51%, Aécio 49% | Portal Metrópole

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ContrapontoPIG: Contraponto 15.026 - "Jornalista sugere que Marina...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.026 - "Jornalista sugere que Marina...:  . 13/10/2014   Jornalista sugere que Marina "descanse em paz"    Brasil 247 - 13 de Outubro de 2014 às 06:58 L...

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ContrapontoPIG: Contraponto 15.028 - Juiz e procuradores armaram d...:   13/11/2014 Juiz e procuradores armaram depoimento de Costa, diz Tereza Cruvinel     Jornal GGN - seg, 13/10/2014 - 05:17 Atua...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.027 - "Terminou a 'semana Aécio'. A...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.027 - "Terminou a 'semana Aécio'. A...: . 13/11/2014   Terminou a “semana Aécio”. Agora é a hora da verdade Tijolaço - 13 de outubro de 2014 | 09:01 Autor: Fernando ...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.029 - "Dilma: ganhar com o povo e p...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.029 - "Dilma: ganhar com o povo e p...: 13/10/2014 Dilma: ganhar com o povo e pela esquerda é a única e melhor opção   Por Renato Rovai outubro 12,...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.030 - "Nova tentativa de manipular ...

ContrapontoPIG: Contraponto 15.030 - "Nova tentativa de manipular ...:  13/10/2014 Nova tentativa de manipular as eleições no Brasil!Nada disso é novo para nós. Tivemos o caso Abílio Diniz, a manipulação das...

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ContrapontoPIG: Contraponto 15.031 - "Voto de esquerda decidirá el...:   13/10/2014 Voto de esquerda decidirá eleição presidencial Jornal GGN - seg, 13/10/2014 - 17:38  ...

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